terça-feira, 25 de agosto de 2020

ATIVIDADE DE PORTUGUÊS

 

 

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O patinho bonito


[...] Milton era o patinho mais bonito da escola. Todos olhavam para ele e diziam: “Como ele é bonito!”. Ele se olhava no espelho e dizia: “Como eu sou bonito!”. E ficava pensando: “Sou tão bonito que talvez eu nem seja um pato de verdade. Tenho até nome diferente. [...] Quem sabe eu sou gente?”.

E Milton começou a ficar meio besta. Diziam: “Milton, vem nadar!”. Ele respondia: “Eu não. [...]”. Todos os outros patos começaram a achar o Milton meio chato. Ele foi ficando sozinho. E dizia: “Não faz mal. Sou mais bonito. Vou terminar na televisão. Vou ser o maior galã”.

Uma noite Milton resolveu fugir de casa. Foi até a cidade para tentar entrar na televisão. Quando chegou na porta da estação de TV, foi logo dizendo: “Eu me chamo Milton. Além de bonito, acho que eu tenho muito talento artístico”. [...] “Ih, não enche”, disse alguém. “Todo dia alguém arranja uma fantasia de bicho e vem aqui procurar lugar na televisão”.

Mas você não vê que eu não estou fantasiado? Perguntou Milton. [...]

Então como é que você sabe falar?

Mas os patos falam!! disse Milton, quase chorando.

Não vem com essa, [...] disse um guarda que estava ali perto. Para mim você é um pato mecânico. Deve ser uma espécie de robô com um computador na cabeça! [...]

De repente Milton teve um estremeção. Abriu os olhos e viu que estava em casa. Ele tinha sonhado. Olhou para seus pais, ainda meio assustado, e disse:

Eu sou um pato... eu sou um pato...

E seus pais disseram:

Puxa, ainda bem que você se convenceu! [...]

E daí por diante não havia pato mais contente, que tivesse mais vontade de nadar na lagoa, do que o Milton. De vez em quando ele ainda dizia: “Sou um pato! Um pato mesmo!”. E dava um suspiro de alívio.

COELHO, Marcelo. O patinho bonito. In: Banco de Dados Folha. 1989. Disponível em: <http://almanaque.folha.uol.com.br/folhinha_texto_marcelo_patinho.htm>. Acesso em: 8 mar. 2016. Fragmento.


Nesse texto, no trecho “‘Como ele é bonito!’” (1° parágrafo), o ponto de exclamação foi usado para indicar

A) admiração.

B) alívio.

C) deboche.

D) dúvida.


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(SAEPI). Leia o texto abaixo.


Na toca do coelho


Alice estava começando a cansar-se de ficar sentada sobre o barranco, sem nada para fazer. Uma vez ou duas tinha dado uma olhada no livro que sua irmã estava lendo.

Para que pode servir um livro sem figuras nem conversas? – pensava, aborrecida.

O calor daquele dia estava deixando Alice com sono. Ela perguntava a si mesma se o prazer de fazer uma guirlanda de margaridas valia o esforço de ir colher as margaridas. Foi quando um coelho branco de olhos cor-de-rosa passou correndo bem pertinho dali.

Não havia nada de extraordinário nisso. Alice não achou verdadeiramente notável, nem mesmo quando o Coelho Branco disse para si mesmo:

Meu Deus! Meu Deus! Vou chegar atrasado! – mas quando ele tirou um relógio do bolso do colete, olhou as horas e depois continuou seu caminho a toda pressa, Alice levantou-se. Teve a impressão que nunca em sua vida tinha visto um coelho que tivesse um colete com bolso e muito menos um relógio para tirar do bolso. Ardendo em curiosidade, correu atrás do coelho através do campo e, por sorte, chegou justo a tempo de vê-lo mergulhar na abertura de uma grande toca, perto da cerca.

Num instante Alice estava descendo também, sem se perguntar nem por um momento como faria depois para voltar.

A toca continuava reta como um túnel durante um bom pedaço, depois afundava de repente, tão de repente que Alice não teve nem tempo de pensar em parar, antes de perceber que estava caindo num poço muito profundo.

O poço era de fato muito profundo ou ela é que caía muito devagar? A verdade é que, enquanto caía, Alice tinha tempo de olhar ao redor e até de refletir sobre o que iria acontecer [...].

CARROL, Lewis. In: Alice no país das maravilhas. São Paulo: Ática, s/d. Fragmento.


Nesse texto, no trecho “O poço era de fato muito profundo ou ela é que caía muito devagar?” (último parágrafo), o ponto de interrogação indica

A) admiração.

B) dúvida.

C) medo.

D) preocupação.


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(SAEGO). Leia o texto abaixo.


O bicho Folharal


Havia seca no sertão e somente uma cacimba ao pé de uma serra tinha ainda um pouco de água. Todos os animais selvagens eram obrigados a beber ali. A onça ficou à espera da raposa, junto da cacimba, dia e noite. Nunca a raposa sentira tanta sede. Ao fim de três dias já não aguentava mais. Resolveu ir beber, usando duma astúcia qualquer.

Achou um cortiço de abelhas, furou-o e com o mel que dele escorreu untou todo o seu corpo. Depois, rolou num monte de folhas secas, que se pregaram aos seus pelos e cobriram-na toda. Imediatamente, foi à cacimba. A onça olhou-a bem e perguntou:

Que bicho és tu que eu não conheço, que eu nunca vi?

Sou o bicho Folharal. – respondeu a raposa.

Podes beber.

A raposa desceu a rampa do bebedouro, meteu-se na água, bebendo-a com delícia e a onça lá em cima, desconfiada, vendo-a beber demais, como quem trazia uma sede de vários dias, dizia:

Quanto bebes, Folharal!

Quando já havia bebido o suficiente, a última folha caíra, a onça reconhecera a inimiga esperta e pulara ferozmente sobre ela, mas a raposa conseguira fugir.

Disponível em: <http://sitededicas.uol.com.br/ct02a.htm>. Acesso em: 02 jul. 09. Fragmento. *Adaptado: Reforma Ortográfica.


Na expressão “– Quanto bebes, Folharal!” (penúltimo parágrafo), o ponto de exclamação sugere

A) admiração.

B) curiosidade.

C) desconfiança.

D) preocupação.


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(SPAECE). Leia o texto baixo.


O macaco e o gato


Simão, o macaco, e Bichano, o gato, moram juntos na mesma casa. E pintam o sete. Um [...] remexe gavetas, esconde tesourinhas, atormenta o papagaio; outro arranha os tapetes, esfiapa as almofadas e bebe o leite das crianças.

Mas, apesar de amigos e sócios, o macaco sabe agir com tal maromba que é quem sai ganhando sempre. Foi assim no caso das castanhas.

A cozinheira pusera a assar nas brasas umas castanhas e fora à horta colher temperos. Vendo a cozinha vazia, [...] se aproximaram. Disse o macaco:

Amigo Bichano, você que tem uma pata jeitosa, tire as castanhas do fogo.

O gato não se fez insistir e com muita arte começou a tirar as castanhas.

Pronto, uma…

Agora aquela lá… Isso. Agora aquela gorducha… Isso. E mais a da esquerda, que estalou…

O gato as tirava, mas quem as comia, gulosamente, piscando o olho, era o macaco… De repente, eis que surge a cozinheira, furiosa, de vara na mão.

Espere aí!…

Os dois [...] sumiram-se aos pinotes.

Boa peça, hem? — disse o macaco lá longe.

O gato suspirou:

Para você, que comeu as castanhas. Para mim foi péssima, pois arrisquei o pelo e fiquei em jejum, sem saber que gosto tem uma castanha assada…

Moral: O bom-bocado não é para quem o faz, é para quem o come.LOBATO, Monteiro. Disponível em: <http://zip.net/bsqLYm>. Acesso em: 7 out. 2015. Fragmento.


No trecho “— Boa peça, hem?” (11° parágrafo), o travessão foi usado para

A) destacar um trecho do texto.

B) indicar a fala de um personagem.

C) inserir um comentário do narrador.

D) introduzir uma explicação.


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(SAERS). Leia o texto abaixo.


Futebol de bichos


Jogo de futebol entre os bichos? E por que não? Pois era isso mesmo que ia acontecer na floresta! Estava tudo mais ou menos organizado para o início do jogo, quando veio de lá a tartaruga, bem devagarzinho, reclamando:

Eu também tenho o direito de entrar nesse jogo. Sou um bicho como outro qualquer. [...]

Tanto a tartaruga reclamou que acabaram tendo de colocá-la em um dos times. [...]

Um dos goleiros era o elefante e não sobrava quase nenhum espaço para marcar gol. O outro goleiro era o leão... E faltava coragem para chutar contra ele. Além disso, toda hora o jogo parava, pois sempre que o leão agarrava uma bola tinham de arranjar outra, porque o couro ficava em tiras. [...]

De um lado, o zagueiro central era a girafa e não passava bola alta por ali. [...] Do outro lado tinha a lebre e não havia quem conseguisse alcançá-la na corrida! [...]

Logo que o jogo começou, a raposa chutou uma bola para frente, dando um passe [...] para a tartaruga. E ela tratou de correr... Só que, quando já estava no final do segundo tempo e a partida estava empatada com dois gols para cada lado, [...] a tartaruga estava quase chegando...

Foi aí que a bola veio alta para a área do time do leão. A zebra cabeceou e a bola caiu perto da tartaruga... O rinoceronte [...] correu e chutou. Só que ele não viu direito e foi dar um tremendo chute na pobre da tartaruga! Coitada! Ela era igualzinha a uma bola de couro!

O juiz Armandinho Corujão apitou pênalti na hora!

Priiiii! Pênalti! É pênalti! Não pode chutar o adversário dentro da área!

E foi assim, com um pênalti arranjado pela tartaruga, que o time do elefante foi campeão do grande torneio de futebol da floresta!

Disponível em: <http://www.bibliotecapedrobandeira.com.br/pdfs/contos/futebol_de_bichos.pdf>. Acesso em: 8 jul. 2013. Fragmento.


Nesse texto, no trecho “— Eu também tenho o direito de entrar nesse jogo.” (2° parágrafo), o travessão foi utilizado para marcar

A) a fala da personagem.

B) a opinião do narrador.

C) uma explicação do narrador.

D) uma informação importante.


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(SAEPB). Leia o texto abaixo.

Aí eu recebo a medalha de ouro! Ouro! Ouro! Ouro! Assim que o juiz pendura a medalha no meu pescoço, eu ergo o braço e ouço a galera batendo palmas e gritando meu nome. Uma homenagem para mim, que marquei o gol decisivo! E uma homenagem para o meu time!

Meus colegas de classe me empurram e dão soquinhos nos braços. As meninas estão na primeira fila acenando, sorrindo... eu sinto: elas estão loucas por mim!

E cadê ELA? Ali! Estou vendo! A doce Violeta do 7º A está bem ali no meio das garotas e também sorri para mim. Dá pra perceber que ela finalmente sacou que eu sou o grande herói. Eu, Hugo Kotsbusch, consegui! [...]

SABINE, Zett. O mundo genial de Hugo. Disponível em: <http://issuu.com/vreditoras/docs/o_mundo_genial_de_hugo_miolo?e=6083049/2162442>. Acesso em: 10 abr. 2014. Fragmento.


No trecho “Ouro! Ouro! Ouro!”, os pontos de exclamação sugerem

A) ansiedade.

B) empolgação.

C) medo.

D) raiva.

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Ciências: Agosto

 

 

Importância das vitaminas


Importância das vitaminas na alimentação

As vitaminas são moléculas orgânicas que são obtidas pelo nosso corpo por meio, principalmente, da alimentação. Algumas vitaminas são também produzidas em nosso corpo, como é o caso da vitamina D e K. A vitamina K é produzida por bactérias em nosso intestino, enquanto a vitamina D é produzida quando expomos nossa pele à luz solar.


Uma alimentação saudável consegue garantir, na maioria das vezes, que todas as vitaminas estejam disponíveis para o funcionamento adequado do nosso organismo. Um fato curioso é que, diferentemente dos outros nutrientes, as vitaminas não necessitam ser ingeridas em grande quantidade.

Vale destacar que apesar da baixa necessidade diária, elas também são importantes e sua não ingestão pode levar a problemas graves de saúde. Dá-se o nome de hipovitaminose ou avitaminose a carência de vitaminas no nosso corpo.

Alguns dos problemas causados pela baixa quantidade de vitamina no corpo são:

  • Beribéri (deficiência de vitamina B1)

  • Anemia (deficiência de vitamina B6, B9, B12)

  • Problemas de visão (deficiência de vitamina A)

  • Deformações ósseas (deficiência de vitamina D)

  • Problemas de coagulação sanguínea (deficiência de vitamina K)

  • Escorbuto (deficiência de vitamina C)

     

    Quais alimentos fornecem vitaminas?

    Saber escolher os alimentos é fundamental para fornecer ao nosso corpo as vitaminas necessárias para o funcionamento do organismo.
    Saber escolher os alimentos é fundamental para fornecer ao nosso corpo as vitaminas necessárias para o funcionamento do organismo.

    Para se obter as vitaminas necessárias para o funcionamento adequado do nosso corpo, é fundamental incluir na alimentação, alimentos como frutas, legumes, verduras, grãos, ovos, carne, leite e derivados. A chave de tudo está em uma alimentação balanceada, rica em diferentes alimentos. Veja a seguir algumas vitaminas e suas fontes alimentares:

  • Vitamina A (retinol): encontrada em vegetais de cor alaranjada, hortaliças de coloração verde-escura, leite e derivados, ovos e fígado.

  • Vitamina B1 (tiamina): encontrada em carnes, vegetais folhosos, legumes, cogumelos e grãos integrais.

  • Vitamina B2 (riboflavina): encontrada em carnes, hortaliças, grãos integrais, leites e derivados.

  • Vitamina B3 (niacina): encontrada em carnes, vegetais folhosos, grãos, nozes e ovos.

  • Vitamina B5 (ácido pantotênico): encontrada em carnes, hortaliças, grãos integrais, frutas e leites e derivados.

  • Vitamina B6 (piridoxina): encontrada em carnes, hortaliças, grãos integrais e nozes.

  • Vitamina B7 (biotina): encontrada em carnes, hortaliças, legumes e ovos.

  • Vitamina B9 (ácido fólico): encontrada em hortaliças verdes, legumes, grãos integrais e nozes.

  • Vitamina B12 (cobalamina): encontrada em carnes, ovos, leites e derivados.

  • Vitamina C (ácido ascórbico): encontrada em frutas como acerola, limão, laranja, maracujá e também no brócolis.

  • Vitamina D (calciferol): encontrada em alguns peixes, leite e derivados, além de gemas de ovo. Além disso, a vitamina D pode ser produzida pelo organismo quando a pele é exposta à luz solar.

  • Vitamina E (tocoferol): encontrada em óleos vegetais, sementes, grãos integrais e nozes.

  • Vitamina K (filoquinona): encontrada em hortaliças verdes e, como citado anteriormente, é também produzida por bactérias presentes no intestino.

  •  

 

Importância das vitaminas lipossolúveis

As vitaminas lipossolúveis são aquelas que são solúveis em gordura. Essas vitaminas destacam-se por serem capazes de se acumularem no fígado e também no nosso tecido adiposo. As vitaminas A, D, E e K são vitaminas classificadas dessa forma.

Expor-se à luz solar é fundamental para aumentar os níveis de vitamina D.
Expor-se à luz solar é fundamental para aumentar os níveis de vitamina D.

Veja a seguir a importância de cada uma dessas vitaminas:

  • Vitamina A (retinol): está relacionada com a nossa visão, manutenção dos tecidos epiteliais e da nossa imunidade. Sua deficiência acarreta problemas na visão, podendo causar até mesmo cegueira, problemas na pele e queda na imunidade, o que acaba aumentando o risco de doenças.

  • Vitamina D (calciferol): é importante para garantir a absorção e utilização do cálcio e do fósforo. A deficiência dessa vitamina está relacionada com problemas de raquitismo e osteoporose. O raquitismo é um problema ósseo que causa deformidades ósseas em crianças. A osteoporose, por sua vez, deixa os ossos frágeis e mais porosos.

  • Vitamina E (tocoferol): atua como importante antioxidante. Sua falta está relacionada com o desenvolvimento de alterações no sistema nervoso.

  • Vitamina K (filoquinona): apresenta papel importante na coagulação sanguínea, portanto, sua falta afeta diretamente esse processo.

Leia também: Pirâmide alimentar

Importância das vitaminas hidrossolúveis

As vitaminas hidrossolúveis são aquelas que, como o próprio nome indica, são solúveis em água. Diferentemente das lipossolúveis, não são armazenadas no organismo. As vitaminas B e a vitamina C são vitaminas classificadas como hidrossolúveis.

A suplementação de vitaminas pode ser recomendada em alguns casos, como para pessoas que apresentam dificuldade de absorção desses nutrientes.
A suplementação de vitaminas pode ser recomendada em alguns casos, como para pessoas que apresentam dificuldade de absorção desses nutrientes.

Veja a seguir a importância dessas vitaminas:

  • Vitamina B1 (tiamina): apresenta importante papel na manutenção do sistema nervoso e circulatório. A deficiência dessa vitamina relaciona-se com o desenvolvimento de um problema conhecido como beribéri, o qual se caracteriza por desencadear perda de apetite, fraqueza, formigamento, falta de ar, inchaço e dor nos membros.

  • Vitamina B2 (riboflavina): apresenta importante papel na manutenção da pele, sendo sua deficiência responsável por causar lesões nesse órgão. A vitamina B2 está relacionada com a prevenção da catarata.

  • Vitamina B3 (niacina): apresenta importante papel no funcionamento do sistema imunológico e nervoso, além de ajudar a reduzir níveis de colesterol e triglicérides. Sua deficiência provoca problemas gastrointestinais, na pele e pode provocar confusão mental.

  • Vitamina B5 (ácido pantotênico): relaciona-se com a prevenção contra degeneração das cartilagens, ajuda na imunidade e formação dos glóbulos vermelhos do sangue (eritrócitos). Sua deficiência pode causar formigamentos de mãos e pés, além de fadigas.

  • Vitamina B6 (piridoxina): apresenta papel importante no sistema imunológico e nervoso, além de redução dos riscos de doença cardíaca. Sua deficiência pode desencadear anemia, convulsões e espasmos musculares.

  • Vitamina B7 (biotina): apresenta importante papel na produção de ácidos graxos, redução dos níveis de glicose no sangue. Sua deficiência pode desencadear alterações na pele e neuromusculares.

  • Vitamina B9 (ácido fólico): é uma vitamina que atua no sistema imunológico, nervoso e circulatório e também no metabolismo de ácidos nucleicos e aminoácidos. Sua deficiência está relacionada com problemas congênitos e anemia.

  • Vitamina B12 (cobalamina): está relacionada com a produção de eritrócitos, atua em células nervosas e equilíbrio hormonal. Sua ausência pode causar problemas neurológicos, anemia, perda de equilíbrio e dormências.

  • Vitamina C (ácido ascórbico): apresenta grande importância na síntese de colágeno e também funciona como antioxidante. Sua ausência pode causar escorbuto, um problema de saúde que desencadeia sintomas como fraqueza, irrigação na pele e sangramentos nas gengivas. Essa doença foi muito comum na época das Grandes Navegações.

Viu quantos benefícios as vitaminas podem trazer para nosso corpo e como elas são importantes para um funcionamento adequado do organismo? A alimentação saudável é a chave para a prevenção de várias doenças e uma melhoria na qualidade de vida.






https://brasilescola.uol.com.br/saude-na-escola/vitaminas.htm


***Depois de ler e se informar sobre as vitaminas, PESQUISE O SIGNIFICADO DE TODAS AS PALAVRAS SUBLINHADAS!!

 

Português: Atividade 02 ( Agosto)

 

 

SIGA OS SEGUINTES CRITÉRIOS:

  • LEIA CADA TEXTO COM CALMA E ATENÇÃO;

  • FAÇA AS ANÁLISES TRABALHADAS EM SALA;

  • NÃO ESQUEÇA: MARCAR APENAS SE ENCONTRAR NO TEXTO;

  • COMPROVE TODAS AS SUA RESPOTAS.

Homem não chora

Frejat/Alvin L.

Homem não chora

Nem por dor

Nem por amor

E antes que eu me esqueça

Nunca me passou pela cabeça

Lhe pedir perdão

E só porque eu estou aqui

Ajoelhado no chão

Com o coração na mão

Não quer dizer

Que tudo mudou

Que o tempo parou

Que você ganhou

Meu rosto vermelho e molhado

É só dos olhos pra fora

Todo mundo sabe

Que homem não chora

Esse meu rosto vermelho e molhado

É só dos olhos pra fora

Todo mundo sabe

Que homem não chora

Homem não chora

Nem por ter

Nem por perder

Lágrimas são água

Caem do meu queixo

E secam sem tocar o chão

E só porque você me viu

Cair em contradição

Dormindo em sua mão

Não vai fazer

A chuva passar

O mundo ficar

No mesmo lugar

Meu rosto vermelho e molhado...

Disponível em: <http://letras.mus.br/frejat/65523/>. Acesso em: 09 mar. 2016.

01. Pode-se inferir que o eu do texto é um homem

(A) solitário.

(B) desiludido.

(C) rancoroso.

(D) apaixonado.

Leia o texto abaixo.

Vamos imaginar que a indústria farmacêutica desenvolveu uma pílula que pudesse prevenir doenças do coração, obesidade, diabetes e reduzir o risco de câncer, osteoporose, hipertensão e depressão.

Já temos esse remédio. E não custa nada. Está a serviço de ricos e pobres, jovens e idosos. É a atividade física.

(Gro Harlem Brundtland, diretora geral da OMS – Organização Mundial da Saúde) Folha de São Paulo, 6 abr. 2002.

02. De acordo com o texto, o remédio que não custa nada e está a serviço de ricos e pobres, jovens e idosos:

(A) é uma pílula fabricada pela indústria farmacêutica.

(B) só é encontrado nas farmácias.

(C) é a atividade física.

(D) ainda não existe.

 

 

 

Primeiros Erros

Kiko Zambianchi

Meu caminho é cada manhã

Não procure saber onde vou

Meu destino não é de ninguém

Eu não deixo os meus passos no chão

[...]

Se um dia eu pudesse ver

Meu passado inteiro

E fizesse parar de chover

Nos primeiros erros

O meu corpo viraria sol

Minha mente viraria sol

Mas só chove e chove

Chove e chove.

Disponível em: <https://www.letras.mus.br/kiko-zambianchi/46827/ Acesso em: 20 maio 2016.

04. A repetição da palavra “chove” no texto sugere :

(A) a tristeza do eu poético .

(B) o contentamento do eu lírico com o seu passado.

(C) o distanciamento do eu lírico .

(D) a labuta do eu lírico em relação a vida

 

 

A arte de ser avó

Rachel de Queiroz

Netos são como heranças: você os ganha sem merecer. Sem ter feito nada para isso, de repente lhe caem do céu. É, como dizem os ingleses, um ato de Deus. Sem se passarem as penas do amor, sem os compromissos do matrimônio, sem as dores da maternidade. E não se trata de um filho apenas suposto, como o filho adotado: o neto é realmente o sangue do seu sangue, filho de filho, mais filho que o filho mesmo...

Quarenta anos, quarenta e cinco... Você sente, obscuramente, nos seus ossos, que o tempo passou mais depressa do que esperava. Não lhe incomoda envelhecer, é claro. A velhice tem suas alegrias, as suas compensações - todos dizem isso, embora você, pessoalmente, ainda não as tenha descoberto - mas acredita.

Todavia, também obscuramente, também sentida nos seus ossos, às vezes lhe dá aquela nostalgia da mocidade. Não de amores nem de paixões: a doçura da meia-idade não lhe exige essas efervescências. A saudade é de alguma coisa que você tinha e lhe fugiu sutilmente junto com a mocidade. Bracinhos de criança no seu pescoço. Choro de criança. O tumulto da presença infantil ao seu redor. Meu Deus, para onde foram as suas crianças? Naqueles adultos cheios de problemas que hoje são os filhos, que têm sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento a prestações, você não encontra de modo nenhum as suas crianças perdidas. São homens e mulheres - não são mais aqueles que você recorda.

E então, um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe põe nos braços um menino. Completamente grátis - nisso é que está a maravilha. Sem dores, sem choros, aquela criancinha da sua raça, da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino seu que lhe é “devolvido”. E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito de o amar com extravagância; ao contrário, causaria escândalo e decepção se você não o acolhesse imediatamente com todo aquele amor recalcado que há anos se acumulava, desdenhado, no seu coração.

Sim, tenho certeza de que a vida nos dá os netos para nos compensar de todas as mutilações trazidas pela velhice. São amores novos, profundos e felizes, que vêm ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixados pelos arroubos juvenis.

[...]

E quando você vai embalar o menino e ele, tonto de sono, abre um olho, lhe reconhece, sorri e diz: “Vó!”, seu coração estala de felicidade, como pão ao forno. [...]

Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô de estimação que se quebrou porque o menininho - involuntariamente! - bateu com a bola nele. Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beiço pronto para o choro; e depois o sorriso malandro e aliviado porque “ninguém” se zangou, o culpado foi a bola mesmo, não foi, Vó? Era um simples boneco que custou caro. Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague...

Disponível em: <http://joaosilvaeducarpraserfeliz.blogspot.com br/2012/03/19-cronicas-interessantes-para.html>. Acesso em: 08 mar. 2016.

06. “Netos são como heranças (...) de repente lhe caem do céu”. A expressão “caem do céu” atribui a ideia de que, para a autora, os netos são :

(A) algo assustador porque surgem de forma inesperada na vida.

(B) algo bom, como tudo aquilo que é relacionado à imagem do céu.

(C) um momento de saudade que a faz se lembrar dos próprios filhos.

(D) um momento ruim, pois atrapalha os planos do merecido descanso.

07. No trecho “... todos lhe reconhecem o seu direito de o amar com extravagância”. O pronome “o” na frase anterior, refere-se ao :

(A) estranho. (B) símbolo.

(C) menino. (D) doutor.

08. No trecho “Sem dores, sem choros, aquela criancinha da sua raça, da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino seu que lhe é ‘devolvido’.”, o termo “pois”, em relação à frase anterior, estabelece uma relação de :

(A) oposição. (B) condição.

(C) explicação. (D) conformidade.



O cachorro

As crianças sabiam que a presença daquele cachorro vira-lata em seu apartamento seria alvo da mais rigorosa censura de sua mãe. Não tinha qualquer cabimento: um apartamento tão pequeno que mal acolhia Álvaro, Alberto e Anita, além de seus pais, ainda tinha de dar abrigo a um cãozinho! Os meninos esconderam o animal em um armário próximo ao corredor e ficaram sentados na sala à espera dos acontecimentos. No fim da tarde a mãe chegou do trabalho. Não tardou em descobrir o intruso e a expulsá-lo, sob os olhares aflitos de seus filhos.

Granatic, Branca. Técnicas Básicas de Redação.

09. No texto, fica claro que haverá um conflito entre as crianças e a mãe, quando as crianças:

(A) resolvem levar um cachorro para casa, mesmo sabendo que a mãe seria contra.

(B) levam para casa um cachorro vira-lata, e não um cachorro de raça.

(C) decidem esconder o animal dentro de um armário.

(D) não deixam o animal ficar na sala.

Leia o texto abaixo.

Dois mineiros, das Minas Gerais mesmo, encontraram-se na porta do armazém. Um comprara uma mula do outro, no dia anterior, e o que vendera lhe dizia que não podia entregar a mercadoria, porque o bicho tinha morrido.

Morreu é? Intão mi adevorve os cem reá qui paguei, uai!

Mas si já gastei tudim...

Intão mi traz a mula morta mermo, qui eu vô rifá ela.

E quem é o doidipedra qui vai querê compra rifa di mula morta, ômi?

É só num falá qui tá morta, uai!

Outro dia, o que vendeu a mula morta, perguntou para o que tinha ficado de rifar o bicho:

Como foi a rifa, cumpadi?

Foi boa. Vendi quinhentos biêti a 2 reá cada. Faturei 998 reá!

Eita! E ninguém recramô?

Só o ômi qui ganhô.

E o qui ocê feiz?

Devorvi os 2 reá dele, uai!

(História da tradição popular, recontado por Fausto Wolff, Coluna do Fausto, Jornal do Brasil, set. 2007.)


10. A forma de expressão escrita da fala dos dois personagens da história teve a intenção de

(A) mostrar a diferença entre eles.

(B) criticar um modo errado de falar.

(C) separar a fala de cada personagem

(D) representar um modo regional de falar.


 

Pessoas criativas ficam mais incomodadas com barulho

O cérebro delas tem dificuldade de ignorar mesmo os sons mais insignificantes

Ana Carolina Leonardi

Já sentiu muita dificuldade de se concentrar ao redor de pessoas batendo papo? Pode ser um efeito colateral de ter um cérebro muito criativo. É que o cérebro criativo fica mais aberto que o normal aos estímulos ao redor − e aí é mais difícil não ignorar aquele clique de caneta irritante, por exemplo.

Pesquisadores da Northwestern University, nos Estados Unidos, fizeram um teste para avaliar como o cérebro de pessoas criativas reage às distrações ao redor. Primeiro, eles pediram que os participantes do estudo que respondessem a um questionário que avalia o quão criativas elas são. Depois, eles monitoraram a atividade eletromagnética do cérebro usando sensores, enquanto os voluntários escutavam a um som repetitivo de cliques.

O cérebro tem um sistema automático de filtragem sensorial − ou seja, ele sabe que tem que parar de prestar atenção no ambiente ao redor para conseguir realizar uma tarefa que exige foco. Esse sistema entra em ação quando ouvimos barulhos repetitivos, pelo menos em um cérebro normal. A resposta cerebral ao primeiro som de clique é intensa. A partir de segundo tom, porém, o cérebro percebe que é tudo a mesma coisa e diminui a atividade cerebral dedicada ao barulho.

Nos cérebros das pessoas que tiveram pontuações mais altas no teste de criatividade, o processo era diferente. O cérebro respondia com a mesma intensidade ao som repetitivo todas as vezes. Segundo os cientistas, isso mostra que as pessoas criativas possuem "vazamentos" no filtro sensorial, o que leva o cérebro a dedicar atenção ao que ele deveria perceber como inútil.

Essa é mais uma evidência para a tese de que o sistema de atenção dos criativos é diferente do normal e seria exatamente isso que os leva a ter percepções e ideias diferentes da maioria das pessoas. Mas aí o desafio é conseguir tirar essas ideias do papel sem se distrair − de preferência em um lugar bem silencioso.

Disponível em: <http://super.abril.com.br/comportamento/pessoas-criativas-ficam-mais-incomodadas-com-barulho>. Acesso em: 04 maio 2016.

12. No trecho “(...)Depois, eles monitoraram a atividade eletromagnética do cérebro usando sensores”...O pronome eles refere-se :

(A) filtros.

(B) cérebros.

(C) aos pesquisadores.

(D) testes de criatividade.

13. O texto tem como principal função:

(A) relatar um estudo verídico.

(B) informar sobre o futuro da ciência.

(C) convencer acerca da criatividade.

(D) instruir como fortalecer o cérebro.

Leia o texto e, a seguir, responda as questões 14 e 15.

Não deixe seu cachorro lamber você

As lambidas de amor do seu cãozinho são bem intencionadas, mas podem dar um banho de perigos na sua saúde.

Por Ana Carolina Leonardi.

A mania que seu cachorro tem de lamber todos ao seu redor vem do tempo em que seus ancestrais andavam em matilhas. A lambida era reservada para a "família", para os animais de quem o cachorro gosta. Hoje em dia, essa família é você - e o pobre do cãozinho tem as melhores intenções do mundo.

O problema é que a saliva dele é cheia de bactérias. A maioria delas não faz mal nenhum aos cachorros, mas pode levar a infecções em outras espécies, como a nossa.

Uma bactéria em especial, a Capnocytophaga canimorsus, está presente na boca de 75% dos cachorros saudáveis e, na maioria das vezes, uma lambidinha deles não vai causar nenhum problema. Mas a infecção causada por esse microrganismo traz uma taxa de mortalidade de 30%, o que é bastante significativo.

Geralmente, humanos são infectados com a Capnocytophaga através das mordidas de cachorros. Mas médicos que trataram uma senhora de 70 anos ficaram surpresos ao descobrir que a bactéria também se espalha através de lambidas. A idosa, dona de um galguinho italiano, teve uma infecção generalizada e ficou semanas hospitalizada, mas sobreviveu.

O caso chamou a atenção para os riscos que a saliva dos pets pode oferecer, especialmente para pessoas com a saúde mais frágil, como bebês, idosos e pessoas com deficiências imunológicas.

Além de prestar atenção às doenças que os cachorros podem transmitir aos humanos, o contrário também é válido: eles também são mais suscetíveis a algumas bactérias que não nos causam mal. Mais do que isso, nossos cachorros têm contato com superbactérias resistentes a antibióticos que nós carregamos com frequência na pele e no nariz.

Mas também não precisa colocar seu cachorro em quarentena. Os casos de infecção (para os dois lados) causados pela relação entre cães e humanos ainda são raros. Além disso, com a terapia animal se tornando cada vez mais frequente para dar um up psicológico em crianças e adultos internados, os hospitais já têm um cuidado especial com controle de infecções para preservar tanto a saúde dos pacientes quanto dos próprios cachorrinhos, e garantem que os riscos são menores que os benefícios de ter um bichinho de estimação sempre ao seu lado.

Disponível em: <http://super.abril.com.br/ciencia/nao-deixeseuca-choro-lamber-voce>. Acesso em: 19 ago. 2016.

14. Em qual dos trechos abaixo está expresso apenas opinião?

(A) “O problema é que a saliva dele é cheia de bactérias”.

(B) “A mania que seu cachorro tem de lamber todos ao seu redor vem do tempo em que seus ancestrais andavam em matilhas.”

(C) “Mas a infecção causada por esse micro-organismo traz uma taxa de mortalidade de 30%, o que é bastante significativo.”

(D) “Hoje em dia, essa família é você - e o pobre do cãozinho tem as melhores intenções do mundo.



15. No trecho “Uma bactéria em especial, a Capnocytophaga canimorsus, está presente na boca de 75% dos cachorros saudáveis e, na maioria das vezes, uma lambidinha deles não vai causar nenhum problema.”, as palavras “Capnocytophaga canimorsus”, constitui exemplo de linguagem

(A) usada por estudiosos.

(B) usada pela maioria da população.

(C) usada em conversas cotidianas.

(D) ligada à ciência.

Leia o texto e, a seguir, responda as questões 16 e 17.

Moradores de "ilha dos gatos" pedem ajuda para comprar ração


Na ilha de Aoshima, conhecida como a “ilha dos gatos”, ao sul do Japão, quem manda são os felinos. Lá, os bichanos são seis vezes mais numerosos que pessoas – e a população (humana) do local é inteiramente responsável pelos cuidados, saúde e bem-estar dos animais. Foi então que uma notícia terrível se espalhou: por conta de condições climáticas desfavoráveis, a entrega de ração teve que ser suspendida. Como conta o BoredPanda, a ilha não possui lojas de ração ou comida – todas as compras são feitas por barco, dependendo da necessidade dos cidadãos – e, com o clima ruim, os moradores se viram em uma sinuca.

A solução, claro, estava na internet. Ao perceberem que as reservas de ração estavam baixando drasticamente, os moradores de Aoshima começaram a fazer pedidos pelo Twitter, para que pessoas colaborassem enviando pacotes de ração para a ilha. Poucos dias depois, a cidade estava abarrotada de doações. Os tweets que se seguiram mandavam a mensagem oposta: a ilha pede que os internautas parem de enviar ração, pois já eram suficientes até abril e não havia mais lugar para guardar tantas doações.

Disponívelem:<http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2016/03/moradoresdeilhadosgatospedemajudaparacomprarracaoeinternetrespondeu-altura.html>. Acesso em: 25 mar.2016.

16. Em qual das citações abaixo está expresso apenas um fato?

(A) “Foi então que uma notícia terrível se espalhou: por conta de condições climáticas desfavoráveis, a entrega de ração teve que ser suspendida”.

(B) “Como conta o BoredPanda, a ilha não possui lojas de ração ou comida – todas as compras são feitas por barco, dependendo da necessidade dos cidadãos – ”.

(C) “(...)– e, com o clima ruim, os moradores se viram em uma sinuca.”

(D) “A solução, claro, estava na internet. Ao perceberem que as reservas de ração estavam baixando drasticamente,(...)”.

17. De acordo com o texto, a entrega de ração na ilha de Aoshima teve que ser suspensa porque:

(A) a ilha não possui lojas de ração ou comida.

(B) as condições climáticas estavam desfavoráveis.

(C) as reservas de ração estavam baixando drasticamente.

(D) a ilha possui mais bichanos do que pessoas.

 

 

Viciados se importam menos com outras pessoas

Estudo achou uma correlação entre abuso de substâncias e a incapacidade de julgar os sentimentos alheios

Fábio Marton

Jovens com dependência de álcool e outras substâncias tendem mais a colocar outras pessoas em risco: fazem mais sexo sem camisinha e dirigem mais vezes intoxicados. Pode parecer só falta de responsabilidade induzida por se estar... (qual seria a palavra?) doidão, mas há um lado mais sombrio nisso: esses jovens com algum tipo de vício são muito menos propensos a se dedicarem a trabalhos voluntários, ajudar aos outros.

Esses são os achados no estudo da psicóloga Maria Pagano, da Case Western Reserve University (Cleveland, EUA). Ela estudou o comportamento de 585 jovens secundaristas, classificando-os segundo seus hábitos com álcool e outras drogas e medindo essas três variáveis: dirigir bêbado (a idade para a habilitação nos EUA é 16 anos), fazer sexo desprotegido e se interessar por trabalho voluntário.

Pagano achou, entre outras coisas, uma correlação 100% maior em jovens que abusavam de drogas ou álcool em fazer sexo desprotegido - mesmo quando eles sabiam que tinham doenças sexualmente transmissíveis - que com aqueles que não usavam.

Viciados, em outras palavras, não dão muita bola para os outros nem entendem como seu problema afeta seus entes queridos. O que explica como a doença pode destruir suas vidas sociais e também como é difícil convencê-los a se tratarem. "O viciado é como um tornado passando pela vida dos outros", afirma Pagano. "Mesmo quando estão se recuperando, há poucos indícios que eles entendem como suas ações impactam aqueles em sua volta. Isso é parte de sua doença."

Importante: nada disto pretende criminalizar os viciados, que também sofrem com a própria doença. Segundo Pagano, esse fator da insensibilidade é apenas algo que deve ser levado em consideração ao se planejar tratamentos. Ela pretende descobrir formas para diminuir essa parte do problema. Uma de suas apostas é justamente o trabalho voluntário, ressensibilizar o paciente aos problemas dos outros.

Disponívelem:<http://super.abril.com.br/comportamento/viciados-se-importam-menos-com-outras-pessoas-0 >Acesso em: 04 maio 2016.

19. Em qual dos trechos abaixo está expresso apenas um fato?

(A) “Estudo achou uma correlação entre abuso de substâncias e a incapacidade de julgar os sentimentos alheios.”

(B) “Pode parecer só falta de responsabilidade induzida por se estar... (qual seria a palavra?) doidão, (...).”

(C) “Viciados, em outras palavras, não dão muita bola para os outros nem entendem como seu problema afeta seus entes queridos.”

(D) "‘O viciado é como um tornado passando pela vida dos outros´(...)”

20. No trecho “Pode parecer só falta de responsabilidade induzida por se estar... (qual seria a palavra?) doidão, (...)”, a palavra “doidão” constitui exemplo de linguagem

(A) culta.

(B) técnica.

(C) cotidiana.

(D) científica.





ATIVIDADE NOVA!!

PORTUGUÊS: ATIVIDADE DE OUTUBRO ( SUBSTANTIVOS)

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